16 ANOS DO NOSSO PAULISTÃO!!

(18 de abril de 2020)- 18 de abril, um dia inesquecível para todo caetanista.

Momento mágico, depois de tantas batalhas, para sermos campeões na elite ao vencer o Paulista, por 2 a 0, no Pacaembu.

Por isso, a gratidão é eterna para esses guerreiros, pois honraram uma camisa, cidade e torcida apaixonada.

Enfim, o nosso Paulistão!

FICHA TÉCNICA DO 2°JOGO DA FINAL:

Data: Domingo. 18 de abril de 2004
Horário: 16h00 de Brasília
Local: Pacaembu
Árbitro: Sálvio Spíndola
Gols: Marcinho e Mineiro

ESCALAÇÕES
SÃO CAETANO: Sílvio Luís; Ânderson Lima, Dininho, Serginho e Triguinho; Marcelo Mattos, Mineiro, Gilberto e Marcinho (Lúcio Flávio); Euller (Warley) e Fabrício Carvalho (Fábio Santos).
Técnico: Muricy Ramalho

PAULISTA: Márcio; Lucas, Asprilla, Danilo e Galego; Umberto, Alemão, Canindé e Aílton (Fábio Mello); Izaías e João Paulo (Davi).
Técnico: Zetti

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove

AQUI É TRABALHO, MEU FILHO: RELEMBRE A PASSAGEM DE MURICY RAMALHO NO AZULÃO

(17 de abril de 2020) – Com a saída de Tite do comando do Azulão, após algumas rodadas disputadas no Campeonato Paulista de 2004, o Pequeno Gigante precisou recorrer a outro grande nome no mercado para dirigir a equipe na sequência daquela temporada.

Para encarar essa missão o escolhido foi Muricy Ramalho, profissional que vinha de bons trabalhos no Náutico e Internacional. Porém, que ainda buscava reconquistar espaço em terras paulistas, onde havia vencido, até então, apenas a Copa Conmebol junto ao famoso “Expressinho” do Tricolor em 1994.

ESTREIA

No dia 21 de fevereiro de 2004, o treinador estreou no comando do Azulão em confronto diante do Palmeiras, dirigido na época pelo também ídolo caetanista, Jair Picerni. Fazendo valer o fato de atuar no Anacleto Campanella, o time azulino venceu o Alviverde, por 1 a 0, gol de Mineiro.

Sob o comando de Muricy Ramalho, o São Caetano não soube mais o que era ser derrotado naquele Paulistão. Tanto que até o final do Estadual, o Pequeno Gigante obteve oito vitórias e um empate em nove partidas realizadas.

Importância total do trabalho feito pelo pupilo de Telê Santana. Pois, apesar de não ter montado aquele time, teve participação crucial para que ele tivesse liga e assim proporcionar a maior conquista do Azulão em 30 anos de existência.

NÚMEROS

Consagrado pelos feitos alcançados, principalmente, no comando das equipes do São Paulo, Fluminense e Santos, Muricy Ramalho permaneceu no Anacleto Campanella até o final de julho de 2004. Totalizando 36 jogos pelo São Caetano, quando obteve 16 vitórias, 12 empates e oito derrotas.

Ficha técnica da estreia de Muricy Ramalho no Azulão:

Local: Estádio Anacleto Campanella, em São Caetano do Sul

Árbitro: Anselmo da Costa

Cartões amarelos: Baiano, Correa, Diego Souza, Gustavo, Silvio Luiz, Warley, Mineiro

Cartão vermelho: Gustavo

Gol: Mineiro, aos 12min do primeiro tempo.

SÃO CAETANO: Sílvio Luiz, Anderson Lima, Dininho, Gustavo e Zé Carlos; Marcelo Mattos, Mineiro, Gilberto e Marcinho; Warley (Lucio Flávio) e Fabrício Carvalho (Thiago Martinelli)

Técnico: Muricy Ramalho

PALMEIRAS: Marcos; Baiano, Leonardo, Nen e Lúcio (Rafael Marques); Correa, Magrão, Diego Souza e Pedrinho; Vagner Love e Adriano Chuva

Técnico: Jair Picerni

Foto: Agência Estado

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove

Comunicado – Videoconferência Paulistão A2 Sicredi 2020

(16 de abril de 2020)- A Federação Paulista de Futebol e os Clubes do Campeonato Paulista Série A2 – 2020, em reunião virtual realizada nesta quinta-feira, 16 de abril de 2020, por unanimidade, chegaram ao seguinte entendimento sobre a situação atual provocada pelo COVID-19:

– Respeitando os milhões de torcedores, os parceiros comerciais dos clubes e da competição e ao Grupo Globo, detentor dos direitos de transmissão, o Campeonato Paulista Série A2 – 2020 será concluído em campo, conforme estabelece o regulamento da competição;

– Devido ao cenário de Pandemia, não foi definida nenhuma data para a retomada, que somente será acordada em nova videoconferência a ser agendada, seguindo as determinações das autoridades públicas de saúde;

– Os jogos poderão ser realizados inicialmente com portões fechados, evitando qualquer risco de aglomerações;

– O Campeonato cumprirá a Lei Pelé, o Estatuto do Torcedor e a Legislação geral vigente, bem como, o estatuto da Federação Paulista de Futebol e os regulamentos geral e específico da competição;

– A pedido dos clubes, para a conclusão do Campeonato, os Departamentos de Competições, Registro e Jurídico da FPF estudarão a possibilidade de inscrição de atletas de base que não se enquadrem nos critérios da Lista B já previstos;

– A Comissão Médica da FPF está trabalhando no desenvolvimento de um protocolo de segurança, que proteja a saúde e integridade de todos os envolvidos nos jogos.

A FPF e os clubes do Campeonato Paulista – Série A2 entendem que as dificuldades de organização de datas e a possibilidade de realização de jogos com portões fechados geram consequências comerciais e técnicas negativas para todos. No entanto, prevaleceu a convicção de todos de que a priorização da saúde e da segurança dos milhares de profissionais envolvidos no futebol se faz necessária nesse momento, e é o princípio que guiará todas as nossas decisões.

Participantes da Videoconferência:

Reinaldo Carneiro Bastos – Presidente FPF;
Fernando Enes Solleiro – Vice-Presidente FPF;
Mauro Silva – Vice-Presidente FPF;
Luis Antonio Martinez Vidal – Vice-Presidente FPF;
Gustavo Delbin – Vice-Presidente de Registro, Transferências e Licenciamentos FPF;
Mislaine Scarelli – Vice-Presidente de Gestão Corporativa FPF;
Emerson Piovesan – Vice-Presidente de Finanças FPF;
Moisés Cohen – Presidente do Comitê Médico FPF;
Fernando Mello – Vice-Presidente de Comunicação e Marketing FPF;
Bernardo Itri – Diretor de Comunicação FPF;
Cristina Abreu – Diretora de Competições FPF;
Ana Paula Oliveira – Presidente da Comissão Estatual de Arbitragem FPF;
Ednilson Corona – Membro da Comissão Estadual de Arbitragem FPF;
Aline Pellegrino – Diretora de Futebol Feminino FPF;
Renato Almeida – Diretor de Integração com Altetas;
André Sica – Membro Comissão de Assuntos Jurídicos;
Alexandre Pássaro Filho – Membro Comissão de Assuntos Jurídicos;
Cristiano Caús – Membro Comissão de Assuntos Jurídicos;
Antonio Carlos de Abreu Ribeiro – Presidente da AA Portuguesa Santista;
Paulo Pelaipe – Executivo de Futebol do AD São Caetano;
Antonio Carlos Castanheira – Presidente da Associação Portuguesa de Desportos;
Marcelo Fávero C Oliveira – Presidente do Atlético Monte Azul;
Antonio Ruiz Gonzalez – Presidente do CA Juventus;
Nilso Moreira – Presidente em Exercício do CA Penapolense;
Marcello Arenas Stringari – Presidente do CA Votuporanguense;
Márcio Rogério Dias – Presidente do EC São Bento;
Gilson D.R. Agostinho – Presidente do EC Taubaté;
Arnaldo A Bortoletto – Presidente do EC XV de Piracicaba;
Gustavo Teixeira – Diretor Executivo do Grêmio Osasco Audax;
Thiago Roberto Scuro – Presidente do Red Bull Fut E Entretenimento Ltda;
Dayvid Moreira Medeiros – Presidente do Rio Claro FC;
Antônio Moreno Neto – Presidente do São Bernardo FC;
Antônio A do Savegnago – Presidente do Sertãozinho FC;
Alexandre M. Barbosa – Presidente do SC Atibaia.

ARTILHARIA PESADA!!

(16 de abril de 2020) – Em 2004, fomos campeões do Paulistão com direito ao segundo melhor ataque do campeonato. Representando da melhor maneira possível o espírito daquela equipe e sem um goleador disparado, a responsabilidade de marcar os gols ficou bem dividida.

Confira agora quem foram os artilheiros do São Caetano naquela competição:

7 GOLS: MARCINHO

5 GOLS: MINEIRO E WARLEY

4 GOLS: FABRICIO CARVALHO E EULLER

2 GOLS: ANDERSON LIMA

1 GOL: ADHEMAR, FÁBIO SANTOS, GILBERTO E SOMÁLIA

Foto: Reginaldo Castro

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove

Há 16 anos, Azulão vencia na Bolívia e avançava na Libertadores

(15 de abril de 2020) – Com gols de Somália(foto) e Warley, o São Caetano vencia (2 a 0) o The Strongest, na Bolívia, há 16 anos, pela última rodada da fase de grupos da Libertadores.

Resultado que classificou o Azulão para um confronto de repescagem diante do Independiente. Que também foi derrotado pelo Pequeno Gigante, mas dessa vez nos pênaltis.

Pensando na final do Paulistão, que aconteceria depois de alguns dias, Muricy Ramalho escalou o São Caetano para enfrentar o The Strongest com um time misto formado por Silvio Luiz; Thiago Martinelli, Serginho, Gustavo; Fábio Santos, Marcos Aurelio, Marcelo Mattos, Lúcio Flávio e Triguinho; Warley e Somália.

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove

Bruno Moraes analisa início no São Caetano e destaca importância de preparação feita fora do Anacleto Campanella

Atacante divide com Emerson Santos a artilharia do clube no Estadual

(14 de abril de 2020) – Apesar da paralisação na Série A-2 do Campeonato Paulista, por conta da pandemia do novo Coronavírus, Bruno Moraes não pode reclamar do seu início no São Caetano.

Goleador máximo do clube na disputa ao lado de Emerson Santos, o atacante já fez quatro gols pelo Pequeno Gigante. Número alcançado apenas em cinco jogos realizados, proporcionando assim uma média de 0,8 tentos anotados por rodada.

Diante deste início promissor no Anacleto Campanella, o camisa de número nove destacou o empenho que possui para alcançar tais feitos.

“Todo centroavante busca isso(gols). Buscamos coisas grandes. Então a gente se prepara. Quero conquistar muito mais aqui, pois a camisa do São Caetano é pesada. Todo atleta precisa estar focado em ser campeão e levar este clube para a elite do futebol paulista. Onde merece estar”, opinou.

FOCO

Já sobre o período de paralisação, Bruno Moraes ressaltou a necessidade de continuar treinando firme visando o retorno dos campeonatos.

“Os profissionais do clube nos passaram todas as orientações. Então o momento exige sermos mais profissionais do que nunca. Todo mundo possui um espaço em casa para manter a forma física, pois, para quando retornarmos, precisamos estar próximos da nossa melhor condição. Isso vai ser o diferencial para a gente”, afirmou o General.

Seguindo orientações da Federação Paulista de Futebol, o time profissional e todas as categorias do Azulão tiveram as suas atividades suspensas por tempo indeterminado. Em 12 jogos realizados na Série A-2 do Campeonato Paulista, o São Caetano ocupa a sexta colocação na classificação geral, com 18 pontos conquistados.

Foto: Fabrício Cortinove

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove

Mineiro, o pequeno gigante no meio de campo do Azulão

(13 de abril de 2020)- No início de 2003 o São Caetano acertou precisamente na contratação de um nome que lhe traria muitos frutos, dentro de campo, em pouco tempo. O Azulão oficializou, no dia 20 de janeiro daquela temporada, a aquisição do volante Mineiro, reforço vindo da Ponte Preta e na época com 27 anos.

Revelado pelo Rio Branco, o volante ainda passou pelo Guarani antes de chegar na Macaca. Clube em que foi convocado para defender a Seleção Brasileira, dois anos antes de mudar para o ABC, pela primeira vez na carreira.

Gabaritado pelo bom desempenho tido em Campinas, Mineiro chegou ao Anacleto Campanella com a difícil missão de substituir ídolos como Adãozinho, Claudecir e Magrão, que haviam deixado recentemente o Pequeno Gigante.

Apesar das dificuldades normais presentes na adaptação ao novo clube, o volante logo ganhou o seu espaço. Tanto que foi peça importante durante o Brasileirão de 2003, quando o São Caetano ficou em quarto lugar na classificação geral.

ÉÉÉ CAMPEÃO!!

Porém, em 2004, que a consagração definitivamente chegou para Mineiro no Azulão. A princípio encarregado pela marcação, o volante também demonstrou, no Paulistão desse ano, qualidade nas ações ofensivas do time agora dirigido por Muricy Ramalho.

Foram cinco gols marcados ao longo daquele Estadual, número que o deixou como segundo principal artilheiro do time ao lado de Warley e atrás apenas de Marcinho. O meio-campista balançou as redes em partidas contra os grandes, no caso Palmeiras e Santos, mas foi no derradeiro duelo contra o Galo do Japi que o volante gravou o seu nome de vez na história azulina.

No dia 18 de abril de 2004, no segundo jogo da decisão entre São Caetano x Paulista, o relógio já apontava para os 43 minutos da etapa final quando Mineiro recebeu belo passe de Marcinho. Após domínio simples e corte seco no adversário, o meio-campista bateu firme no canto do goleiro para definir o triunfo (2 a 0).

O São Caetano era, enfim, campeão em uma divisão de elite, e Mineiro conquistava o seu primeiro título de expressão.

Fim da trajetória

Antes de deixar o Anacleto e brilhar pelo São Paulo, Mineiro ainda disputou o Brasileirão de 2004 no São Caetano. O motorzinho novamente não decepcionou e conquistou o troféu Bola de Prata como principal volante da competição.

O ídolo azulino fez o último jogo oficial pelo clube no dia 19 de dezembro de 2004, oportunidade em que o Azulão foi derrotado (3 a 0) pelo Atlético Mineiro no Mineirão. O volante, que seria convocado para a Copa do Mundo de 2006, realizou 115 jogos e marcou 10 gols vestindo o nosso manto.

Ficha técnica:

Mineiro

Nome completo: Carlos Luciano da Silva

Posição: volante

Data de nascimento: 2/8/1975

Natural de: Porto Alegre

Clubes: Rio Branco, Guarani, Ponte Preta, São Caetano, São Paulo, Hertha Berlim, Chelsea, Schalke 04 e TuS Koblenz

*Colaborou José Pires Maia

Foto: Diário do Grande ABC

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove

COM A MÃO NA TAÇA!

(11 de abril de 2020)- Há 16 anos o Azulão dava importante passo pela conquista do Estadual, e vencia o primeiro jogo da final contra o Paulista, por 3 a 1.

Warley(2) e Euller marcarem pelo São Caetano enquanto Canindé fez o de honra para o time de Jundiaí.

Ficha técnica

PAULISTA FC 1 X 3 AD SÃO CAETANO
Estádio do Pacaembu, em São Paulo – 11/04/2004

PAULISTA: Márcio, Lucas, Asprilla, Danilo e Galego; Umberto, Alemão (Fábio Mello), Canindé e Aílton (Tiago Almeida); Márcio Mossoró (Amaral) e João Paulo
Técnico: Zetti

SÃO CAETANO: Sílvio Luís; Tiago Martinelli, Dininho e Serginho; Mineiro, Marcelo Mattos, Marcinho (Lúcio Flávio), Gilberto e Triguinho; Euller (Warley) e Fabrício Carvalho (Fábio Santos)
Técnico: Muricy Ramalho

Gols: CANINDÉ (PFC) 12′ e Euller (SAO) 19′ do 1º tempo; Warley (SAO) 31′ e Warley (SAO) (pênalti) 47′ do 2º tempo

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove

Há nove anos, Eduardo brilhava no Pacaembu

(10 de abril de 2020)- No dia 10 de abril de 2011, o São Caetano conseguiu um resultado fundamental para permanecer na primeira divisão do Campeonato Paulista. Naquela oportunidade, o Azulão venceu o Corinthians, por 2 a 1, no Pacaembu.

O grande nome do jogo foi o atacante Eduardo, autor de dois gols na oportunidade. O primeiro aconteceu em cobrança de pênalti enquanto o segundo foi uma verdadeira pintura.

Após aplicar bela caneta em Leandro Castán, zagueiro que defende o Vasco atualmente, arrematou com categoria para marcar o segundo do Azulão.

O Pequeno Gigante atuou naquele dia com Luiz; Jean, Thiago Martinelli e Anderson Marques; Artur, Augusto Recife, Souza (Erandir), Aílton e Bruno Recife; Eduardo (Ricardo Conceição) e Antônio Flávio (Renatinho)

Técnico: Ademir Fonseca

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove

Os gringos do Azulão: relembre os nomes que passaram pelo Anacleto

 

(9 de abril de 2020) – Assim como a grande maioria dos clubes, o São Caetano também já contou com alguns gringos em seu elenco. Relembre agora quem foram esses nomes que passaram pelo Anacleto Campanella ao longo dos trinta anos de existência do Azulão.

Killian Virviescas

O primeiro deles foi o colombiano Killian Virviescas, nome que esteve no Anacleto Campanella em 2005. Com passagem pela seleção principal do seu país, onde atuou em três oportunidades, o gringo chegou ao São Caetano sob grande expectativa após atuar pelo San Lorenzo, da Argentina.

Mas as expectativas não se concretizaram no período em que esteve no clube do ABC, e Virviescas deixou o Azulão ainda naquele ano sem participar de nenhum jogo oficial.

 

 

 

Martín García

Já o segundo jogador estrangeiro que defendeu o São Caetano foi o atacante colombiano Martín García. Atleta que desembarcou no Anacleto Campanella, após passagem pelo Millonarios(Colômbia), para atuar no Brasileirão de 2006.

Competição em que participou de 11 partidas e marcou dois gols, antes de se transferir para o Vasco na temporada seguinte. Porém, o momento mais marcante no período em que defendeu o manto do Azulão, aconteceu na vitória (3 a 1) diante do Figueirense, quando fez do meio de campo o chamado golaço.

 

Damián Luna

Terceiro gringo que chegou ao Anacleto Campanella, o argentino Damián Luna defendeu o São Caetano na temporada de 2009, após passagens por clubes como San Lorenzo, Independiente e Universidad Católica.

Contudo, o período como atleta do Azulão durou pouco, e o meia deixou a equipe depois de quatro partidas disputadas na Série B do Campeonato Brasileiro daquele ano.

 

 

Jaime Bustamante

Colombiano naturalizado venezuelano, o zagueiro Jaime Bustamante chegou ao Anacleto Campanella em 2012, após passagem pelo Caracas.

Na época jogador da seleção “vino tinto”, Bustamante não repetiu o mesmo sucesso pelo São Caetano. Tanto que deixou o clube depois de disputar apenas sete jogos, sendo cinco na Série B do Campeonato Brasileiro de 2012 e dois no Paulistão de 2013.

 

 

Alvaro Montero

Um dos goleiros da seleção colombiana na última edição da Copa América e também no mundial Sub-20 de 2015, Alvaro Montero atuou na base do Azulão nos anos de 2013 e 2014. Entretanto, mesmo estando sempre treinando com o profissional, nunca chegou a jogar no time principal.

Hoje atleta do Tolima, o arqueiro passou também pelas equipes do San Lorenzo e Pumas na sequência da carreira.

Foto principal: Edison Vara

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove