Cesar, o primeiro convocado do Azulão para a Seleção Brasileira principal

(8 de abril de 2020) – Os vários anos em que atuou na Lazio fez com que Cesar criasse fortes raízes na Itália. Mas foi no Brasil, onde brilhou pelo São Caetano, que o hoje ex-jogador ganhou status de craque.

DESTAQUE NA COPA JOÃO HAVELANGE

Campeão da Série A-2 do Campeonato Paulista em 2000 com o Pequeno Gigante, o lateral-esquerdo foi um dos tantos nomes que se destacaram pelo clube naquela temporada. Quando o time do ABC também chegou na final da Copa João Havelange, o Brasileiro daquele ano.

Participação essa que colocou o jogador em evidência, pois mesmo atuando na lateral esquerda, conseguiu ser uma das atrações da equipe dirigida por Jair Picerni ao marcar cinco gols, apenas na fase decisiva da competição, contra as equipes do Palmeiras, Grêmio e Vasco.

SELEÇÃO BRASILEIRA

Diante do ótimo desempenho apresentado na época, o jogador logo chamou atenção de Emerson Leão. Técnico da Seleção Brasileira que o convocou para defender o time canarinho em 2001.

Nesse ano o lateral-esquerdo disputou duas partidas pela Seleção Brasileira nas Eliminatórias para a Copa do Mundo, que seria realizada no Japão e Coréia do Sul. Na primeira delas, no dia 25 de abril, foi titular no empate em 1 a 1 com o Peru; Romário marcou para o Brasil enquanto Juan Pajuelo deixou tudo igual para o adversário.

Já na segunda exibição pelo Brasil, Cesar entrou em campo ao longo do segundo tempo do confronto realizado com o Equador. Em partida realizada no dia 28 de março de 2001, na cidade de Quito, a seleção dona da casa venceu por 1 a 0, gol marcado por Agustín Delgado.

DESPEDIDA DO AZULÃO

Antes de se transferir para Lazio, Cesar ainda participou da Libertadores de 2001 pelo São Caetano. Competição que ajudou o time azulino a chegar na fase de oitavas de final, sendo o artilheiro do clube ao lado de Aílton Delfino, com dois gols marcados.

Cesar realizou ao todo 94 jogos pelo Azulão e marcou 24 gols. Número que o tornou o 10º maior artilheiro na história da agremiação.

Ficha técnica

Nome completo: Cesar Aparecido Rodrigues

Data de nascimento: 24/10/1974

Natural de: São Paulo

Times: Juventus, União Barbarense, São Caetano, Lazio, Internazionale, Corinthians, Livorno, Bologna e Pescina

*Colaborou José Pires Maia

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove

Durante paralisação, Sandoval destaca importância de treinos em casa

Zagueiro deseja voltar em alto nível físico quando as atividades forem retomadas no clube

(7 de abril de 2020) – Apesar da paralisação nas competições por conta da pandemia do novo Coronavírus, o momento não é de descanso. Pelo contrário, ele exige total dedicação dos atletas, mesmo estando fora do seu ambiente natural de trabalho.

O zagueiro Sandoval não pensa diferente disso. Por esse motivo, o defensor destacou a importância de se cuidar neste período sem jogos.

“Essa paralisação a gente já esperava. Então cada atleta precisa ter responsabilidade. Precisa se cuidar, seguir as orientações da comissão e do treinador. Afinal o campeonato pode voltar a qualquer momento”, afirmou.

Seguindo orientações da Federação Paulista de Futebol, todas as categorias do Azulão tiveram as suas atividades suspensas por tempo indeterminado. Por conta disso, integrantes do elenco azulino se cuidam e realizam atividades regulares em seus respectivos lares pela manutenção de um melhor condicionamento físico.

Diante deste comprometimento, Sandoval ainda enalteceu a conscientização que todo atleta precisa ter neste período sem jogos.

“A nossa consciência precisa estar boa e entender que esse período não é de férias. É um momento para cuidar da nossa saúde, família. É importante a gente se entregar nos trabalhos, pois o campeonato é difícil. E quando retornar, começará com tudo”, explicou.

2020

Depois de 12 partidas realizados na Série A-2 do Campeonato Paulista, o São Caetano ocupa a sexta colocação na classificação geral, com 18 pontos conquistados. Além do Estadual, o Pequeno Gigante também irá participar, neste ano, da Série D do Campeonato Brasileiro.

Foto: Fabrício Cortinove

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove

ARTILHEIRO NATO, TÚLIO MARAVILHA BRILHOU PELO SÃO CAETANO EM 2000

(6 de abril de 2020) – O folclórico atacante dos mil gols, Túlio Maravilha teve uma passagem curta, porém, marcante pelo Anacleto Campanella. Contratado para a disputa da Série A-2 de 2000, o centroavante teve participação crucial na conquista desta competição que recolocou o Pequeno Gigante na primeira divisão do Campeonato Paulista.

Maravilha terminou o Estadual daquele ano com 18 gols marcados, e assegurou também a artilharia do campeonato. O primeiro tento anotado, com a camisa do Azulão, aconteceu no dia 13 de fevereiro, oportunidade que São Caetano e Rio Preto empataram em 2 a 2.

No entanto, o gol mais importante em sua breve passagem pelo ABC, certamente foi no primeiro jogo da final realizada diante do Paulista. Contra o na época chamado Etti Jundiaí, o atacante marcou de bicicleta e garantiu a vitória por 1 a 0.

Sem Túlio (expulso também na primeira partida), o São Caetano foi campeão da Série A-2 ao empatar em 0 a 0 no confronto de volta contra o Galo do Japi.

Despedida

11º maior artilheiro do Azulão, com 20 tentos anotados, Túlio se despediu do São Caetano no dia 27 de julho de 2000. Em amistoso realizado no Anacleto Campanella contra o Corinthians, o Pequeno Gigante venceu por 3 a 1, e o atacante fez de letra o seu último gol pelo clube.

Ficha técnica

AMISTOSO

São Caetano 3 x 1 Corinthians

Gols: Túlio, Zinho e Adhemar (São Caetano); Marcelinho Carioca (Corinthians)

SÃO CAETANO: Sílvio Luís (Luciano); Japinha (Nelsinho), Daniel, Dininho (Serginho), Cesar (Adriano Luís), Claudecir (Solimar), Esquerdinha (De Moura), Leto (Romerito), Túlio Maravilha (Alex Rossi), Zinho (Adhemar) e Magrão (Adãozinho).

Técnico: Jair Picerni

CORINTHIANS: Maurício (Yamada); Índio (Ângelo), Fábio Luciano (Batata), Adílson (Marcelo), André Luiz (Pingo), Rodrigo Pontes, Márcio Costa (João Carlos), Ricardinho (Kléber), Marcelinho Carioca (Andrezinho), Fernando Baiano e Luizão.

Técnico: Oswaldo Alvarez

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove

NOSSA MELHOR CAMPANHA NO CAMPEONATO PAULISTA SUB-20

(4 de abril de 2020)- Em 2008 o São Caetano realizou a sua melhor campanha no Campeonato Paulista Sub-20, quando enfrentou o Santos na final. Entre os destaques daquela equipe estava Mario Fernandes(foto), hoje no CSKA, e que atuou na última Copa do Mundo pela Seleção da Rússia.

Além do lateral-direito, o time dirigido na época por Dino Camargo contava também com Patrik, campeão da Copa do Brasil em 2012 pelo Palmeiras, e nomes que ainda atuam no futebol paulista. Casos de Amoroso, Wendell e João Gabriel.

Durante a competição, o Azulinho teve 18 vitórias, quatro empates e seis derrotas. Já na final venceu (3 a 2) o primeiro jogo contra o Peixe e foi superado na partida seguinte pelo placar de 2 a 0, perdendo a taça na soma dos resultados.

O Azulinho entrou em campo na partida final do campeonato, realizada no Ulrico Mursa, com: Tiago; Madson, João Gabriel (William), Mario Fernandes e Bruninho; Célio (Acosta), Henrique, César e Patrik; Amoroso (João Paulo) e Wendell.

Confira quem foram os artilheiros do São Caetano na competição:

14 gols: João Paulo

10 gols: Wendell e Amoroso

6 gols: Patrick

5 gols: Carlos Henrique

4 gols: Madson

3 gols: Celio Silva e João Gabriel

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove

SHOW CAETANO!!

(3 de abril de 2020)- Com gols de Marcinho(2), Euller e Fabrício Carvalho o São Caetano goleava(4 a 0) o Santos ,há 16 anos, no Anacleto Campanella, pela partida de volta da semifinal do Paulistão. Resultado que também garantiu a presença do Azulão, pela primeira vez, na final do Campeonato Paulista.

Ficha técnica:

Local: Estádio Anacleto Campanella, em São Caetano do Sul

Árbitro: Sálvio Spindola Fagundes Filho

Cartões amarelos: Ânderson Lima e Triguinho (SC); André Luís, Luís Augusto e Robinho (SA)

SÃO CAETANO

Sílvio Luiz; Anderson Lima, Dininho, Serginho e Triguinho; Mineiro, Marcelo Mattos, Fábio Santos e Marcinho; Euller (Somália) e Fabrício Carvalho (Lúcio Flávio)

Técnico: Muricy Ramalho

SANTOS

Doni; Paulo César, Alex, André Luís (Alcides) e Léo; Claiton, Renato, Elano (Robson) e Diego (Luís Augusto); Basílio e Robinho

Técnico: Emerson Leão

Gols: Euller, aos 39min do primeiro tempo; Fabrício Carvalho, aos 7min, e Marcinho, aos 29min e aos 45min, do segundo tempo

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove

QUE PASSEIO!!

(2 de abril de 2020) – Há nove anos o São Caetano aplicava uma das maiores goleadas da sua história, e vencia o São Bernardo por 6 a 1, no Anacleto Campanella, pelo Paulistão. Também foi nessa vitória que o atacante Eduardo se tornou o jogador do Azulão com mais gols marcados em uma partida, afinal, foram cinco nesse dia!!

Número que o fez superar a marca alcançada anteriormente por jogadores como Adhemar, Ailton e Taloni. Nomes que até então sustentavam o recorde do clube com quatro gols marcados no mesmo jogo.

Ficha técnica

SÃO CAETANO 6×1 SÃO BERNARDO

Campeonato Paulista

02/abril/2011

Estádio: Anacleto Campanella

Cidade: São Caetano do Sul (SP)

Árbitro: Magno de Sousa Lima Neto (SP)

Renda: R$ 31.855,00

Público: 1.616 pagantes

Gols: Eduardo 06, Eduardo 16, Eduardo 32 e Eduardo 43 do 1º; Amarildo 08, Eduardo 20 e Antônio Flávio 22 do 2º;

SÃO CAETANO: Luiz; Jean, Thiago Martinelli e Anderson Marques (Erandir); Artur (Diogo), Augusto Recife, Souza, Walter Minhoca e Bruno Recife; Eduardo (Leozinho) e Antônio Flávio.

Técnico: Ademir Fonseca

SÃO BERNARDO: Marcelo Pitol; Régis, Leandro Camilo, Melika (Amarildo) e Reinaldo; Dirceu, William Favone, Romarinho (Lucas Gaúcho) e Moreno; Danielzinho e Elionar Bombinha (Guto).

Técnico: Estevam Soares

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove

TOP 5: TÉCNICOS COM MAIS JOGOS NO COMANDO DO AZULÃO  

(1 de abril de 2020)- Veja os feitos realizados, no Anacleto Campanella, por aqueles que mais vezes dirigiram o São Caetano.

Luiz Carlos Ferreira

Quinto técnico que mais vezes dirigiu o Azulão,  Luiz Carlos Ferreira teve participação importante na montagem do time que surpreenderia o Brasil em 2000. Mas, mais do que isso, o Ferreirão, como é conhecido, ficou marcado pelos acessos conquistados na temporada de 1998.

Primeiro ao vencer o título da Série A-3 do Campeonato Paulista, e depois ao subir o São Caetano da Série C à Série B do Brasileiro.

Mário Sérgio

Tendo a missão de substituir Jair Picerni no comando do São Caetano, o saudoso Mário Sérgio chegou ao Anacleto Campanella no final de 2002, onde permaneceu até julho da temporada seguinte.

Entre as campanhas realizadas no comando do Pequeno Gigante, destaque para o Brasileirão de 2002 quando terminou em segundo lugar na primeira fase da competição. Já no mata-mata foi eliminado pelo Fluminense nas quartas de final.

Pintado

Em três passagens pelo São Caetano, Pintado vivenciou o seu melhor momento no clube durante o Paulistão de 2018. Quando assumiu o comando do Pequeno Gigante na zona de rebaixamento e o conduziu à fase de quartas de final; campanha essa que também garantiu a classificação do time à Série D do Brasileiro do ano seguinte.

Ainda na terceira passagem pelo Anacleto Campanella, Pintado permaneceu invicto por 13 jogos consecutivos na direção do São Caetano.

Jair Picerni

Técnico que vivenciou os momentos mais emblemáticos no comando do Azulão, Jair Picerni conquistou o primeiro título do clube na Série A-2 do Campeonato Paulista em 2000. Temporada essa que também apresentou o São Caetano para o Brasil, ao conduzir o time do ABC à decisão da Copa João Havelange, que era o campeonato brasileiro da época.

No ano seguinte, levou o Azulão novamente à final do Brasileirão. E, como último grande feito no Anacleto Campanella, conduziu o Pequeno Gigante para a decisão da Libertadores diante do Olímpia (Paraguai) em 2002.

Sendo o São Caetano na época o clube mais jovem a disputar a final desse campeonato, com apenas 13 anos de existência.

Luís Carlos Martins

Na primeira passagem pelo Anacleto Campanella, em 1999, Luís Carlos Martins também teve grande importância ao contribuir pela formação da equipe que surpreenderia o Brasil no ano 2000. Porém, foi no retorno ao São Caetano, no final de 2014, que vivenciaria os melhores momentos pelo time do ABC.

Permaneceu em São Caetano do Sul até o início de 2018, quando superou Jair Picerni em número de jogos no comando do clube. Além disso, venceu o título da Série A-2 em 2017 e recolocou o Pequeno Gigante na elite do futebol paulista.

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove