NOSSO ESCUDO

(23 de maio de 2020)-Ao longo dos anos o nosso escudo foi se modificando. Confira agora quais foram essas alterações.

 

SEGUE O TRABALHO!!

(22 de maio de 2019)- Mesmo em casa, o elenco do Azulão segue trabalhando forte visando a retomada das competições. Pela amanhã desta sexta-feira,  o time azulino realizou atividade sob a supervisão do preparador físico Elliot Paes.

Além da Série A-2 do Campeonato Paulista, o São Caetano também irá participar da Série D do Campeonato Brasileiro neste ano.

CAMPANHA

Após 12 jogos disputados no Campeonato Paulista, o Pequeno Gigante ocupa a sexta colocação na classificação geral, com 18 pontos conquistados.

 

 

Paulo Pelaipe deixa o AD São Caetano

(21 de maio de 2020)- O executivo de futebol Paulo Pelaipe deixou seu cargo no São Caetano. O profissional chegou ao clube no início desta temporada e explica o motivo de sua saída.
“Quero deixar bem claro que os problemas financeiros do clube, agravados por conta da Covid-19, me fizeram tomar a decisão de chegar a um acordo com a direção e com o patrono do São Caetano, para que eu não causasse um prejuízo maior à dívida do clube, deixando meu cargo”, explicou.
“Gostaria de agradecer a todos os funcionários, comissão técnica, jogadores e a torcida do clube. Esse período foi de grande aprendizado e levarei comigo a torcida para que o time tenha muito sucesso onde estiver”, agradeceu o executivo.

NOTA OFICIAL

(21 de maio de 2020)- A Associação Desportiva São Caetano informa que Paulo Pelaipe não é mais o nosso executivo de futebol.

Desejamos boa sorte ao profissional em seus próximos trabalhos e agradecemos pelos serviços prestados durante os últimos meses.

O motivo da saída do executivo é por conta dos salários, que não são compatíveis com a nova realidade do futebol, pois, infelizmente, sofremos consequências da crise estabelecida pela pandemia da Covid-19.

 

Márcio Griggio, que atuava como diretor de futebol da Base, responderá neste primeiro momento pelas funções que pertenciam a Paulo Pelaipe.

 

MEU AZULÃO IDEAL: DININHO

(20 DE MAIO DE 2020) – Pedimos para o Dininho, segundo jogador que mais vezes vestiu o nosso manto, com 323 jogos, e atual auxiliar técnico do time profissional, escalar o seu Azulão ideal.

Com tantos craques que passaram pelo Anacleto Campanella ao longo dos anos, certamente muitos nomes ficaram de fora desta seleção. Porém, para escolher esse time, o próprio “Rei do Desarme” explica os critérios que utilizou.

“A minha seleção do São Caetano, de todos os tempos, é baseada no convívio nos jogos e treinamentos. Talvez eu possa ter feito alguma injustiça. Mas como só posso escalar 11 jogadores, infelizmente alguns nomes de muita qualidade e que fizeram história pelo São Caetano, ficaram de fora”, contou Dininho.

Fazendo um misto do Azulão, que surpreendeu o Brasil em 2000, com o time que venceu o Paulistão de 2004, Dininho escalou o seu São Caetano desta forma:

Silvio Luiz: um goleiro alto, com uma firmeza muito grande.  Agilidade impressionante e com recomposição de bola acima da média.

Anderson Lima: jogador que conhecia muito a posição. Tinha uma bola parada muito perigosa e cruzamento fatal. Jogador que fez história por onde passou e que quando chegou no São Caetano também deixou a sua marca.

Daniel: líder, capitão. Jogador que tinha uma presença de área muito forte. Atacava bem a bola parada, tanto ofensivamente quanto defensivamente.

Dininho: me escalei por ter velocidade e recuperação acima da média para os zagueiros. Além de ter boa técnica.

Esquerdinha: jogador versátil. Jogador que poderia ser escalado em várias posições e que mantinha um nível de atuação muito alto.

Magrão: jogador de muita raça. Jogador que se entregava 100%, durante todo o jogo para a sua equipe.

Mineiro: volante moderno. Volante que marcava muito forte e que chegava com grande facilidade ao ataque.

Aílton: o Aílton no meu ponto de vista foi o jogador mais técnico que o São Caetano já teve. Dono de técnica apurada e visão de jogo acima da média. Sem falar a liderança que tinha dentro e fora de campo.

Wagner: jogador rápido. Jogador que tinha uma facilidade impressionante para puxar os contra-ataques. Jogador muito importante para o esquema tático do nosso time.

Fabrício Carvalho: atacante alto, habilidoso e que finalizava bem com as duas pernas. Tinha um cabeceio muito forte e faro para fazer gol.

Adhemar: jogador com chute impressionante. Sua bola parada, com certeza, criava grandes chances de gol para a nossa equipe.

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove

Marcinho, o nosso maestro no Paulistão de 2004

 

Relembre como foi a passagem do craque pelo Azulão

(19 de maio de 2020) – Artilheiro, habilidoso e ainda capaz de deixar os companheiros na cara do gol com passes açucarados. Essa é a imagem que o torcedor do São Caetano possui de Marcinho, craque que terá a sua trajetória pelo Anacleto Campanella recordada aqui hoje.

INÍCIO

Natural de Campinas, Marcinho iniciou a carreira no Paulista de Jundiaí. Revelado na mesma safra que apresentou para o futebol o meia Nenê, hoje no Fluminense, o futuro jogador azulino ganhou destaque e ajudou o Galo do Japi a vencer a Série C do Brasileiro e Série A-2 do Paulista.

Convocado para a seleção brasileira de base, chamou a atenção do Corinthians. No clube do Parque São Jorge teve rápida passagem, mas esteve presente no time que chegou à final do Brasileirão de 2002.

AUGE

Após deixar o Timão, Marcinho chegou ao Pequeno Gigante na temporada seguinte e, como atleta do São Caetano, vivenciou os melhores momentos da carreira. Como demonstrou logo no primeiro brasileiro disputado no novo clube, quando terminou a competição na artilharia azulina com 13 gols marcados.

Mas, foi em 2004, que o meia realmente brilhou ao liderar o Azulão no seu principal título: o Campeonato Paulista. Disputa em que foi novamente o goleador do time ao balançar as redes dos adversários em sete oportunidades.

Naquele estadual, o armador também teve atuações memoráveis vestindo o nosso manto. Exemplo está na goleada (4 a 0) diante do Santos, no segundo jogo da semifinal, quando marcou dois gols e ainda aplicou um drible espetacular em cima do volante Claiton.

Já na segunda partida da final contra o Paulista, clube que o revelou para o futebol, o armador foi importante  novamente. Na oportunidade o meia fez o primeiro gol da decisão, que seria vencida pelo time dirigido por Muricy Ramalho, por 2 a 0.

SELEÇÃO BRASILEIRA

Atuando pelo São Caetano, Marcinho era certamente um dos principais nomes do futebol nacional na época. Com isso, o jogador foi convocado para a Seleção Brasileira em 2005.

O meia participou do amistoso vencido (3 a 0) pelo Brasil, contra a Guatemala. Em dia que ficou marcado como a despedida de Romário do time canarinho.

NÚMEROS

Marcinho se transferiu para o Palmeiras ainda em 2005, porém, sem antes ter deixado um legado em São Caetano do Sul. Vigésimo atleta que mais vezes vestiu o nosso manto, com 128 partidas, é também o segundo que mais marcou ao balançar as redes dos rivais em 45 oportunidades.

Já atuando no Anacleto Campanella, Marcinho é o principal goleador. Ao todo, o meia fez 26 gols no estádio.

 

Foto: José Patrício/Folha Imagem

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove

NOSSOS ADVERSÁRIOS NA SÉRIE A-2

(18 de maio de 2020) – A Série A-2 do Campeonato Paulista foi paralisada faltando três rodadas para o fim da sua primeira fase. Nessas partidas, o São Caetano enfrentaria São Bernardo, Votuporanguense e Audax.

Pensando neles, relembramos alguns confrontos importantes que já tivemos contra essas equipes.

São Bernardo

São Caetano e São Bernardo se enfrentaram em diversas oportunidades nos últimos anos. Mas o confronto que nunca será esquecido, pelo torcedor do Azulão, aconteceu no Campeonato Paulista de 2011.

Na oportunidade o Pequeno Gigante aplicou uma das maiores goleadas da sua história e venceu o rival por 6 a 1. Destaque para a atuação do atacante Eduardo, autor de cinco gols naquele dia.

São Caetano 6 x 1 São Bernardo

Local: Anacleto Campanella

Gols: Eduardo 06, Eduardo 16, Eduardo 32 e Eduardo 43 do 1º; Amarildo 08(São Bernardo), Eduardo 20 e Antônio Flávio 22 do 2º

São Caetano: Luiz; Jean, Thiago Martinelli e Anderson Marques (Erandir); Artur (Diogo), Augusto Recife, Souza, Walter Minhoca e Bruno Recife; Eduardo (Leozinho) e Antônio Flávio

Técnico: Ademir Fonseca

São Bernardo: Marcelo Pitol; Régis, Leandro Camilo, Melika (Amarildo) e Reinaldo; Dirceu, William Favone, Romarinho (Lucas Gaúcho) e Moreno; Danielzinho e Elionar Bombinha (Guto)

Técnico: Estevam Soares            

Votuporanguense

Adversário do São Caetano na penúltima rodada, o Votuporanguense também esteve no caminho azulino na conquista da Série A-2 de 2017. Ainda pela primeira fase do campeonato o Azulão ganhou, de virada, desse rival, e assegurou na época um lugar no G-8.

São Caetano 2 x 1 Votuporanguense

Local: Anacleto Campanella

Gols: Paulo Josué, aos 20’ do 2º tempo (Votuporanguense); Lincom, aos 33’, e Ermínio, aos 42’ do 2º tempo (São Caetano)

São Caetano: Lucas Frigeri; Alex Reinaldo; Sandoval, Magrão e Lucas Pavone; Esley, Ferreira, Paulo Vinicius (Ermínio) e Francisco Alex (Norton); Elias (Carlão) e Lincom

Técnico: Luís Carlos Martins

Votuporanguense: Gatti; Douglas, Marcelo Godri, Marcão e Felipe Gregory; Xaves, Diogo Marzagão, Paulo Josué (Pikachu) e Nathan; Paulo Henrique (Kleber) e Jean Carlos (Thiago Miracena)

Técnico: Ito Roque

Audax

Em 2013, na Copa Paulista, o Azulão utilizava uma equipe B composta por nomes que não estavam atuando no time principal. Pois as atenções estavam voltadas para a disputa da segunda divisão do Brasileiro.

Mesmo assim, o Pequeno Gigante venceu o Audax. Adversário que contava na época com o técnico Fernando Diniz, hoje comandante do São Paulo.

São Caetano 2 x 0 Audax

Local: Anacleto Campanella

Gols: Caleb 17 do 1º; Fernando Alves 01 do 2º tempo

São Caetano: Álvaro; Rogério, Gabriel, Wagner e Renan; Mateus, Paulo Vinícius, Fernando Alves (Rodrigo) e Caleb; Carlos Bodini (Igor) e Paulo Henrique (Bruno Alves)

Técnico: Nenê Santana

Audax: Felipe Alves; Velicka, Thiago Martinelli, João Paulo e Marquinho; Francis, João Pedro (Caio Henrique), Luís Otávio (Denis) e Nadson. Diego e Helton (Marcus Vinícius)

Técnico: Fernando Diniz

Foto: Adriano Stofaleti

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove

PAPO DE CRAQUE: CLAUDECIR

(15 maio de 2020) – Após se destacar pelo Noroeste, Claudecir chegou ao Azulão em 1999. No Anacleto Campanella vivenciou os melhores momentos da carreira ao longo de três passagens, tanto que possui o carinho do torcedor até os dias de hoje.

Em 121 jogos realizados com o nosso manto, marcou 27 gols.  Número que o deixa como sétimo principal artilheiro do clube.

Campeão da Série A-2 em 2000, o volante foi uma das atrações do Pequeno Gigante que surpreendeu o país nesse mesmo ano. Quando o time dirigido por Jair Picerni chegou na final da Copa João Havelange, o Campeonato Brasileiro da época.

Quer saber quais jogos e gols que marcaram a carreira de Claudecir? Então confira o PAPO DE CRAQUE desta sexta-feira!!

São Caetano: Quem foi o seu maior ídolo no futebol?

Claudecir: Eu gostava muito de ver o Muller jogar, quando eu era criança. O Muller era um dos jogadores mais completos que eu tive a oportunidade de acompanhar. Depois quando eu comecei a jogar futebol eu me espelhava muito no Vampeta, até por ser um jogador da minha posição. Mas eu posso dizer que, o jogador que foi o meu ídolo mesmo, foi o César Sampaio.

São Caetano: Cite uma partida inesquecível na sua carreira?

Claudecir: Uma partida inesquecível na minha carreira foi no Torneio Rio São Paulo em 2002, São Paulo 2 x 4 Palmeiras. Quando o Alex fez aquele gol, que deu chapéu no zagueiro (Emerson) e no Rogério Ceni. Um jogo inesquecível, que inclusive eu fiz o segundo gol (do Palmeiras) na oportunidade.

São Caetano: Quem foi o melhor jogador que você enfrentou?

Claudecir: Tive a felicidade e honra de enfrentar grandes jogadores do futebol brasileiro, seleção brasileira. Eu posso citar vários jogadores, mas vou destacar dois: Kaká e Romário.

São Caetano: O que o São Caetano significa para você?

Claudecir: Eu posso dizer que o São Caetano é a minha segunda casa. Tenho uma gratidão eterna pelo São Caetano, pois foi o time que me projetou para o futebol brasileiro. Eu tenho um amor muito grande pelo Azulão, onde tive a minha melhor fase dentro do futebol.

São Caetano: Um jogo inesquecível pelo Azulão?

Claudecir: Foram vários jogos inesquecíveis. Principalmente na Copa João Havelange quando a gente eliminou Fluminense(oitavas), Palmeiras(quartas), Grêmio(semifinal) e disputamos o título contra o Vasco. Mas posso dizer que dois jogos foram inesquecíveis pelo Azulão. Contra o Fluminense em que vencemos no Maracanã, por 1 a 0, gol do Adhemar. E o meu centésimo jogo com a camisa do São Caetano quando vencemos o Santos, por 3 a 2, no Anacleto Campanella. Oportunidade que eu fiz dois gols.

São Caetano: Gol inesquecível pelo São Caetano?

Claudecir: O meu gol no empate (1 a 1), no final do jogo contra o Coritiba, no Anacleto. Naquela oportunidade se a gente perde, seríamos rebaixados para a Série B do Brasileiro. Com aquele empate a gente respirou e no último jogo enfrentamos o Cruzeiro, no Mineirão. Vencemos e nos livramos do rebaixamento.

Já outro gol importante com a camisa do São Caetano foi pelo Campeonato Brasileiro de 2005, no Anacleto Campanella. Quando o São Caetano venceu o Atlético Paranaense, por 3 a 2, e eu fiz um gol de bicicleta no final do jogo.

São Caetano: Um gol inesquecível na sua carreira?

Claudecir: O gol inesquecível que eu posso dizer foi na vitória do Palmeiras, por 4 a 2, contra o São Paulo, no Torneio Rio São Paulo. Até pela importância de ser um clássico. Eu fiz o segundo gol naquela oportunidade. Dominei a bola após cruzamento do Christian, no bico da pequena área, e chutei. A bola bateu no travessão e entrou.

São Caetano: Quem foi o jogador mais resenha com quem você conviveu?

Claudecir: No São Caetano vários jogadores gostavam de uma resenha e era bastante divertido. O Zinho, atacante, era resenha. Brincalhão, não tinha tempo ruim com ele. Se dava bem com todo mundo e era divertido tanto na concentração quanto no treino. Quando tinha aquelas resenhas com ele.

São Caetano: Quem foi o melhor jogador que você viu ou atuou no Azulão?

Claudecir: Destaco dois jogadores que eu considero como os grandes nomes que eu atuei junto no São Caetano. Até por serem companheiros de posição:  Magrão e Adãozinho. Esses dois jogadores foram os melhores que eu atuei, pois fizeram dupla de volante comigo.

São Caetano: Quem foram os seus principais companheiros no futebol?

Claudecir: Passei por vários clubes e você acaba tendo bastante afinidade com alguns companheiros. Na Portuguesa teve o Dias, volante. No São Caetano o Adhemar e o Adãozinho. Mas vou citar três nomes que não foram apenas companheiros de clube, e sim pessoas com quem tenho amizade até hoje. Mantendo contato tanto por telefone quanto pessoalmente. Estes são Claudinho, Pedrão e Juninho(goleiro), companheiros do início da minha carreira no Noroeste de Bauru.

São Caetano: O que você pode falar para o garoto que quer ser jogador de futebol?

Claudecir: O que posso dizer para o menino que quer ser jogador de futebol é que a caminhada é longa, difícil. Porém é possível realizar o sonho de ser jogador. Mas para isso é preciso ter força de vontade, disciplina, muita dedicação, manter o foco e renunciar a muitas coisas. Para que possa realizar esse sonho.

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove

QUE MOMENTO!

(14 de maio de 2020)- Há exatos 18 anos o Azulão superava mais um gigante do futebol mundial e eliminava o Peñarol para chegar pela primeira vez na semifinal da Libertadores.
 
Derrotado (1 a 0) no jogo de ida das quartas de final realizado em Montevidéu, o São Caetano venceu a partida de volta, durante o tempo normal, por 2 a 1, no Anacleto Campanella. Jiménez abriu o placar para os visitantes, enquanto Jean Carlos e Somália marcaram os nossos gols.
 
Com a vaga sendo decidida nos pênaltis, o Azulão levou a melhor e venceu por 3 a 1. Marcos Senna, Robert e Marlon converteram as nossas cobranças na oportunidade.
 
ESCALAÇÕES:
 
SÃO CAETANO: Silvio Luiz; Russo, Daniel, Dininho e Rubens Cardoso; Serginho (Robert), Marcos Senna, Adãozinho e Ailton (Marlon); Jean Carlos (Wagner) e Somália
Técnico: Jair Picerni
 
PEÑAROL:
Berbia; Garcia (De Souza), Cafu, Lima e Rivas; Gaglianone, Rotundo, Bengoechea e Cedrés; Canobbio (Carlos Bueno) e Jiménez (Casanova).
Técnico: Gregorio Pérez
Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove