GOLEADAS DO AZULÃO NA COPA PAULISTA

(30 de junho de 2020) – Há um ano o Azulão goleava o Grêmio Osasco, por 5 a 0, pela primeira fase da Copa Paulista. Pensando nisso, separamos outros placares elásticos neste campeonato, que o Pequeno Gigante é o atual campeão.

Passando desde goleada em que já contávamos com um time que seria campeão, até um verdadeiro passeio em clássico.

Grêmio Osasco 0 x 5 São Caetano

Ainda sem o comando de Marcelo Vilar, que estreou na rodada seguinte contra o Água Santa, o São Caetano não tomou conhecimento do Grêmio Osasco, mesmo atuando na casa do adversário. Goleada para afastar de vez a imagem apresentada na estreia diante do time Sub-23 da Ponte Preta, quando empatamos em 0 a 0 no Anacleto Campanella.

Ficha técnica:

Local: José Liberatti, em Osasco;

São Caetano: Tom; Alex Reinaldo, Sandoval, Junior Alves e Bruno Recife; Esley (Emerson Santos), Régis e Ferreira (Jean Dias); Valdeir (Marcus Vinicius), Jefferson Maranhão e Gleyson

Técnico: Dino Camargo

Grêmio Osasco: Matheus; Kaique, Caio Souza, Jonathan e Vel; João Vitor, Henrique(Lucas) e Leonardo; Rodrigo, Vinicius e Kaio

Técnico: Luis Carlos

Gols: Alex Reinaldo 49′ 1º, Régis 01′ 2º, Ferreira 12′ 2º, Emerson Santos 24′ 2º e Jean Dias 41′ 2º

São Caetano 5 x 1 Portuguesa Santista

Disposto em se recuperar do tropeço sofrido diante do Santos na partida anterior, o Azulão não tomou conhecimento do outro time praiano que estava em seu grupo: a Portuguesa Santista. Uma goleada para lavar a alma pela Copa Paulista de 2017.

Ficha técnica:

Local: Anacleto Campanella, em São Caetano do Sul;

São Caetano: Paes; Alex Reinaldo, Sandoval, Eduardo Luiz e Bruno Recife; Esley, Régis, Ferreira (Daniel Bueno) e Daniel Costa (Paulo Vinicius); Carlão (Norton) e Ermínio

Técnico: Luiz Carlos Martins

Portuguesa Santista: Rogério; Vinícius Barba, Dema, Lucão e Alexandre Gaúcho; Carioca, Pedro Guimarães, Daniel (Vinicius) e Mario Newton (Kauê); Lucas Lino e Caique Gomes (Bruno Saccomani)

Técnico: Ricardinho

Gols: Ermínio, aos 13’ do 1º, Carlão, aos 27’ e 43’ do 1º(São Caetano); Daniel, aos 22’ do 2º(Portuguesa Santista), Daniel Bueno, aos 38’ e 41’ do 2º(São Caetano).

Santo André  0 x 4 São Caetano

Também em 2019, o Azulão não tomou conhecimento do Santo André e aplicou a maior goleada do clássico. Superando a vitória (3 a 0) que tivemos em cima deles no Paulistão de 2007. Foi um verdadeiro passeio!!

Ficha técnica:

Local: Estádio Municipal Francisco Marques Figueira, em Suzano;

Santo André: Luís Augusto; Magno, Ruan, Eliandro e Rafael Leme (Matheus Santiago); Alex Nagib (Emerson Silva), Vitor Vieira, Wesley Pereira e Jhonson; Victor Sapo e Vinícius Rodrigues (Will)

Técnico: José Carlos Palhavan

São Caetano:Tom; Alex Reinaldo, Junior Alves (Sandoval), Max e Marquinhos; Mazinho, Karl (Esley) e Clayton (Anderson Rosa); Jean Dias, Emerson Santos e Marlon

Técnico: Marcelo Vilar

Gols: Clayton, aos 10’ do 1º (São Caetano), Marlon, aos 17’ do 1º (São Caetano); Victor Vieira, aos 35’ do 1º (Santo André)

Flamengo 0 x 4 São Caetano  

O São Caetano não teve dificuldade para vencer o Flamengo, de Guarulhos, em sua casa, pela Copa Paulista de 2016. Já contando com vários nomes que seriam campeões da Série A-2 no ano seguinte, o técnico Luís Carlos Martins começava a estabelecer uma base para o time que devolveria o Azulão à elite.

Ficha técnica

Local: Estádio Antônio Soares de Oliveira, em Guarulhos;

Flamengo: Wagner; Valença (Victor Henrique), Serjão, Rafael Mateus e Pepe (Breno Cauai); Rafael Mancuso, Fran, Bruno Mandarino e Milton Júnior; Ruan (Kaique Eduardo) e Gabriel do Carmo.

Técnico: Wendel de Freitas

São Caetano: Paes; Léo Pereira, Sandoval (Willian Mineiro), Magrão e Thiago Pereira; Ferreira (Paulo Vinicius), Paulinho Santos, Norton e Raphael Toledo; Naôh e Ualisson Pikachu (Ermínio).

Técnico: Luís Carlos Martins

Gols: Sandoval 22 e Raphael Toledo 23 do 1º; Gabriel Magrão 09 e Ermínio (pênalti) 31 do 2º;

Foto: Fabrício Cortinove

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove

 

GRANDES JOGOS DO AZULÃO: SÃO CAETANO X TAQUARITINGA

 

(29 de junho de 2020) – São Caetano e Taquaritinga se enfrentaram, no Anacleto Campanella, pelo último jogo do quadrangular final da Divisão Intermediária do Paulista de 1992. Naquele dia 13 de dezembro, o time visitante chegou a fazer 2 a 0 no placar, mas com gols de Paulinho e Serginho Chulapa buscamos o empate.

Com a igualdade no marcador, o Azulão conquistou o acesso e a chance de disputar pela primeira vez a principal divisão do futebol de São Paulo. Condição alcançada após 36 jogos realizados, 15 vitórias conquistadas, 13 empates e oito derrotas sofridas.

Diante do Taquaritinga, o técnico Walter Zaparolli escalou o Pequeno Gigante com Cavani, Cláudio, Daniel, Carlão e Airton; Helinho, Luis Carlos e Paulinho; Marcão (Daniel Silva), Serginho Chulapa e Walbert (Arnaldo).

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove

AZULÃO NA SÉRIE A-2

(27 de junho de 2020) – Até a paralisação da Série A-2 do Campeonato Paulista, o Azulão realizou 12 jogos. Com 18 pontos conquistados, o Pequeno Gigante ocupa atualmente a sexta colocação na classificação geral.

Para o término da primeira fase da competição, ainda faltam três rodadas. Nessas partidas o Pequeno Gigante irá enfrentar São Bernardo, Votuporanguense e Audax em duelos que ainda não possuem data para acontecer.

Foto: Fabrício Cortinove

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove

PAPO DE CRAQUE: ALEXANDRE GALLO

(26 de junho de 2020) – Ele chegou ao Anacleto Campanella, durante a Série A-2, para comandar o São Caetano. Desde então, conseguiu destaque ao deixar o nosso Azulão na zona de classificação, até a paralisação do campeonato, e por aproveitar vários dos nossos pratas da casa.

Mas, antes de assumir as funções de técnico, teve uma trajetória de sucesso como atleta profissional. Famoso por exercer a sua liderança nos times em que atuou, sempre foi capitão.

Revelado pelo Tricolor de Ribeirão Preto, defendeu ao longo da carreira as camisas do Vitória, Santos, Portuguesa, Guarani, São Paulo, Botafogo (RJ), Atlético Mineiro e Corinthians.

Conquistou o paulista duas vezes (1998 e 2001), assim como o campeonato mineiro (1999 e 2000). Isso sem contar as campanhas inesquecíveis em que esteve presente no Peixe, Lusa e Galo, quando contribuiu para que esses clubes chegassem à final do brasileiro.

Já como treinador o sucesso se repete ao ter trabalhado em alguns dos principais times do país, além de ter tido experiências no Japão, Emirados Árabes e diferentes categorias da Seleção Brasileira.

Este é Alexandre Gallo, o entrevistado do PAPO DE CRAQUE desta sexta-feira.

São Caetano: Quem foi o seu maior ídolo no futebol?

Alexandre Gallo: Sócrates.

São Caetano: Quem foi o melhor jogador que você enfrentou como atleta?

Alexandre Gallo: Denner.

São Caetano: Qual foi o jogador que você mais admirou como técnico?

Alexandre Gallo: Robinho.

São Caetano: Quem foi o seu melhor amigo no futebol quando jogador?

Alexandre Gallo: Rodrigo Fabri.

São Caetano: Cite uma partida inesquecível na sua carreira como jogador?

Alexandre Gallo: Santos 5 x 2 Fluminense. Por tudo que envolvia. Por ter que fazer uma super virada na semifinal do brasileiro de 95. *

São Caetano: Um jogo inesquecível como treinador

Alexandre Gallo: Internacional 4 x 1 Pachuca (México), final da Recopa Sul-Americana(2007). Era a tríplice coroa do Inter, algo muito importante. **

São Caetano: Uma campanha marcante na sua carreira como treinador?

Alexandre Gallo: Campanha do Náutico em 2012. ***

São Caetano: O que você pode falar para o garoto que quer ser jogador de futebol, assim como você foi?

Alexandre Gallo:  Nunca desista.

São Caetano: Qual a avaliação que você faz dos primeiros meses de São Caetano?

Alexandre Gallo: Acho que a evolução técnica do time estava acontecendo, até o momento da parada. Agora será uma incógnita, mas vamos tentar repetir aquele mesmo momento.

São Caetano: O que você projeta para quando as competições forem retomadas?

Alexandre Gallo: Focar na parte técnica e tática para utilizar as cinco substituições.

*Alexandre Gallo era jogador do Santos, quando o Peixe reverteu a derrota (4 a 1) tida no primeiro jogo da semifinal, contra o Fluminense, para chegar à decisão do Campeonato Brasileiro.

** Alexandre Gallo dirigiu o Colorado na conquista do seu terceiro título internacional vencido de forma consecutiva. Em 2006, o clube gaúcho havia vencido a Libertadores e o Mundial sob o comando de Abel Braga.

*** Sob o comando de Alexandre Gallo, o Náutico teve a quarta melhor campanha como mandante no Brasileirão de 2012. Além disso, garantiu ao término dessa disputa a classificação à Copa Sul-Americana.

Sendo que o Timbu não disputava um torneio internacional há 44 anos.

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove

GRANDES JOGOS DO AZULÃO: GRÊMIO 1 X 3 SÃO CAETANO

(25 de junho de 2020) – Hoje vamos relembrar o dia em que o Grêmio de Ronaldinho Gaúcho não foi páreo para o Azulão. Após vencer (3 a 2) o jogo de ida realizado no antigo Palestra Itália, o São Caetano se classificou à final da Copa João Havelange ao ganhar do Tricolor, por 3 a 1, em pleno Estádio Olímpico.

Dia em que, mesmo saindo atrás no placar, o Pequeno Gigante demonstrou toda a sua força para marcar com César (2) e Adhemar.

E, assim, afastar de vez, o rótulo de azarão carregado até aquele momento para assumir o papel de uma das principais potências do futebol brasileiro na época.

Escalações:

Grêmio: Danrlei; Marinho, Anderson Polga e Nenê; Anderson Lima, Gavião(Eduardo Costa), Patrício, Zinho e Itaqui(Paulo Nunes); Ronaldinho Gaúcho e Warley(Rodrigo Mendes)

Técnico: Celso Roth

São Caetano: Silvio Luiz; Japinha, Daniel, Serginho(Dininho) e César; Adãozinho, Claudecir, Aílton Delfino(Leto) e Esquerdinha; Wagner(Gilmar) e Adhemar

Técnico: Jair Picerni

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove

A NOSSA PRIMEIRA GOLEADA

(24 de junho de 2020) – Há exatos 30 anos, o Azulão marcava cinco gols pela primeira vez em uma partida válida por competição oficial e, assim, derrotava (5 a 1) a equipe do Taboão pelo Campeonato Paulista da 3ª Divisão.

Taloni(foto) foi o destaque do Pequeno Gigante ao fazer quatro desses gols. Enquanto Paulinho Kobayashi completou o placar para o São Caetano.

Confira agora outras goleadas do nosso Azulão:

São Caetano 5 x 0 Jacareí Campeonato Paulista Segunda Divisão Série A 1991

São Caetano 5 x 1 Palmeiras, de São João da Boa Vista Campeonato Paulista Divisão Intermediária 1992

Mirassol 4 x 5 São Caetano Série A-3 1997

São Caetano 5 x 1 Comercial Série A-2 1999

São Caetano 6 x 1 XV de Piracicaba Série A-2 2000

São Caetano 7 x 1 Paraguaçuense Série A-2 2000

São Caetano 6 x 1 Etti Jundiaí Série A-2 2000

São Caetano 5 x 3 Vila Nova(MG) Copa João Havelange 2000

São Caetano 5 x 0 XV de Piracicaba Copa João Havelange 2000

São Caetano 6 x 2 Náutico Copa João Havelange 2000

São Caetano 5 x 4 Paysandu Copa João Havelange 2000

São Caetano 5 x 0 União Barbarense Campeonato Paulista 2001

Ponte Preta 3 x 6 São Caetano Campeonato Brasileiro 2001

São Caetano 5 x 2 Atlético Mineiro Campeonato Brasileiro 2001

São Caetano 5 x 1 Marília Campeonato Paulista 2003

São Caetano 5 x 0 Internacional Campeonato Brasileiro 2003

São Caetano 5 x 1 Paulista Campeonato Paulista 2004

São Caetano 5 x 0 Criciúma Campeonato Brasileiro 2004

São Caetano 5 X 1 Sertãozinho Campeonato Paulista 2010

São Caetano 6 x 1 São Bernardo Campeonato Paulista 2011

São Caetano 5 x 0 Lajeadense Série D 2015

São Caetano 6 x 0 Mogi Mirim A2 2017

São Caetano 5 x 1 Portuguesa Santista Copa Paulista 2017

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove

AZULÃO NA SELEÇÃO BRASILEIRA

(23 de junho de 2020) – Matheus Henrique, hoje no Grêmio, foi o último jogador que passou pelo Azulão e que atuou com a camisa da Seleção Brasileira principal. Pensando nisso, separamos outros nomes que vestiram o nosso manto e que também já atuaram com a amarelinha.

Vale ressaltar que, colocamos apenas jogadores com passagens pelo time principal do Brasil. Assim deixando de fora alguns craques em tempos de São Caetano, mas que atuaram somente por seleções de base e olímpica.

Jogadores convocados para o time principal, mas que não entraram em campo pelo Brasil, também ficaram de fora.

Antes de conferir a lista, veja algumas curiosidades.

César, Daniel e Marcinho atuaram pelo Brasil quando ainda eram jogadores do São Caetano.

Esquerdinha jogou pelo time canarinho por conta da grande fase vivenciada nos tempos de Anacleto Campanella, porém, quando de fato atuou pelo selecionado brasileiro, já estava no Santos.

Dos nomes que atuaram pelo São Caetano, Rivaldo é quem mais vezes defendeu a Seleção Brasileira principal, com 75 jogos. Em seguida aparece Muller, presente em 56 partidas do time canarinho.

Luís Pereira, Zé Carlos, Serginho Chulapa, Muller, Mineiro, Gilberto, Edilson, Luizão e Rivaldo foram convocados para a Copa do Mundo. Desses nomes, Muller, Edilson, Luizão e Rivaldo foram os que conquistaram o título.

O caso mais inusitado é do lateral-direito Zé Carlos, atleta do Azulão durante a década de 1990, e que realizou apenas uma partida pela Seleção Brasileira. Essa foi justamente a semifinal da Copa do Mundo de 1998 contra a Holanda, quando precisou substituir o suspenso Cafu.

LISTA

Luís Pereira 31 jogos

Zé Carlos 1 jogo

Serginho Chulapa 20 jogos/ 8 gols

Wladimir 4 jogos

Sílvio(atacante) 2 jogos

Túlio Maravilha 14 jogos/10 gols

Esquerdinha 1 jogo

Mancini 9 jogos

César 2 jogos

Almir 6 jogos

Robert 3 jogos

Magrão 3 jogos

Muller 56 jogos/12 gols

Elivélton 13 jogos/ 1 gol

Mineiro 24 jogos

Gilberto 35 jogos/ 1 gol

Borges 1 jogo

Euller 7 jogos/ 3 gols

Marcinho 1 jogo

Warley 4 jogos

Alessandro Cambalhota 1 jogo

Edílson 23 jogos/ 5 gols

Cléber 11 jogos

Diego Tardelli 14 jogos/ 3 gols

Daniel 1 jogo

Alessandro 3 jogos

Rogério 3 jogos

Douglas 1 jogo

Luizão 12 jogos/4 gols

Gláuber 1 jogo

Everton Ribeiro 6 jogos

Christian 11 jogos

Rivaldo 75 jogos/ 35 gols

Matheus Henrique 1 jogo

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove

 

PARABÉNS, SOMÁLIA!!

(22 de agosto de 2020) – Terceiro principal artilheiro do Azulão, com 40 gols marcados em 149 jogos realizados, o inesquecível Somália faz aniversário nesta segunda-feira.

Campeão estadual em 2004, o centroavante também esteve presente em outras campanhas memoráveis dentro da história do São Caetano. Entre essas, destaque nas participações na Libertadores (2002) e no Paulista de 2007.

Nesse último campeonato citado, Somália vivenciou grande fase ao terminar a disputa como o seu principal artilheiro. Foram 13 gols marcados durante a competição.

Além do Anacleto Campanella, Somália ainda se destacou vestindo as camisas do América Mineiro e Fluminense.

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove

MOMENTO AZULÃO

(20 de junho de 2020)- Há 21 anos o Azulão levava a melhor em cima do Santo André, e vencia (1 a 0) o rival na Série A-2 do Campeonato Paulista. Bigu fez o nosso gol.

Vale lembrar que, a vantagem no retrospecto desse confronto, também pertence ao São Caetano ao vencer 14 desses jogos contra 10 triunfos do rival; outros 13 duelos terminaram empatados.

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove

VOCÊ SABIA? MARCOS SENNA

(19 de junho de 2020) – O São Caetano já contou com um campeão da Eurocopa em seu elenco. Esse foi Marcos Senna, nome que atuou pelo Azulão na Libertadores de 2002.

Revelado pelo Rio Branco e primo de primeiro grau do também volante Marcos Assunção, Senna passou por Corinthians e Juventude antes de chegar ao Anacleto Campanella. Apesar do pouco tempo no Pequeno Gigante, conseguiu se destacar e chamou a atenção do Villarreal.

Permaneceu durante anos no Submarino Amarelo, onde se naturalizou espanhol. Titular absoluto na vitoriosa campanha da Eurocopa de 2008, Marcos Senna realizou 28 jogos com a camisa da Fúria.

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove