MEU AZULÃO IDEAL: DININHO

(20 DE MAIO DE 2020) – Pedimos para o Dininho, segundo jogador que mais vezes vestiu o nosso manto, com 323 jogos, e atual auxiliar técnico do time profissional, escalar o seu Azulão ideal.

Com tantos craques que passaram pelo Anacleto Campanella ao longo dos anos, certamente muitos nomes ficaram de fora desta seleção. Porém, para escolher esse time, o próprio “Rei do Desarme” explica os critérios que utilizou.

“A minha seleção do São Caetano, de todos os tempos, é baseada no convívio nos jogos e treinamentos. Talvez eu possa ter feito alguma injustiça. Mas como só posso escalar 11 jogadores, infelizmente alguns nomes de muita qualidade e que fizeram história pelo São Caetano, ficaram de fora”, contou Dininho.

Fazendo um misto do Azulão, que surpreendeu o Brasil em 2000, com o time que venceu o Paulistão de 2004, Dininho escalou o seu São Caetano desta forma:

Silvio Luiz: um goleiro alto, com uma firmeza muito grande.  Agilidade impressionante e com recomposição de bola acima da média.

Anderson Lima: jogador que conhecia muito a posição. Tinha uma bola parada muito perigosa e cruzamento fatal. Jogador que fez história por onde passou e que quando chegou no São Caetano também deixou a sua marca.

Daniel: líder, capitão. Jogador que tinha uma presença de área muito forte. Atacava bem a bola parada, tanto ofensivamente quanto defensivamente.

Dininho: me escalei por ter velocidade e recuperação acima da média para os zagueiros. Além de ter boa técnica.

Esquerdinha: jogador versátil. Jogador que poderia ser escalado em várias posições e que mantinha um nível de atuação muito alto.

Magrão: jogador de muita raça. Jogador que se entregava 100%, durante todo o jogo para a sua equipe.

Mineiro: volante moderno. Volante que marcava muito forte e que chegava com grande facilidade ao ataque.

Aílton: o Aílton no meu ponto de vista foi o jogador mais técnico que o São Caetano já teve. Dono de técnica apurada e visão de jogo acima da média. Sem falar a liderança que tinha dentro e fora de campo.

Wagner: jogador rápido. Jogador que tinha uma facilidade impressionante para puxar os contra-ataques. Jogador muito importante para o esquema tático do nosso time.

Fabrício Carvalho: atacante alto, habilidoso e que finalizava bem com as duas pernas. Tinha um cabeceio muito forte e faro para fazer gol.

Adhemar: jogador com chute impressionante. Sua bola parada, com certeza, criava grandes chances de gol para a nossa equipe.

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove