Relembre como foi a passagem de Anaílson pelo São Caetano  

(20 de abril de 2020) – Em 2001 chegou ao Azulão um meia-atacante rápido, canhoto, habilidoso e que ainda gostava de fazer belos gols. Esse foi Anaílson, nome que vamos relembrar a passagem, que teve no Anacleto Campanella, aqui hoje.

INÍCIO

Natural de Estreito, cidade localizada no interior do Maranhão, Anaílson chamou a atenção de um olheiro do Rio Branco quando ainda jogava futsal em sua terra natal. Então pelo clube de Americana fez a transição para o campo, e logo se destacou a ponto de ser convocado para a Seleção Brasileira Sub-17.

Pelo time canarinho juvenil foi campeão mundial ao lado do bruxo Ronaldinho Gaúcho. Na competição vencida no Egito, em 1997, o futuro jogador do São Caetano realizou cinco partidas, sempre entrando no decorrer dos jogos, e marcou um gol.

AUGE NO AZULÃO

Após início promissor no Rio Branco, Anaílson deu o grande salto da carreira ao ser contratado pelo Azulão, inicialmente por empréstimo, em 2001. Sob o comando de Jair Picerni, o Pequeno Gigante chegou pelo segundo ano consecutivo à final do Campeonato Brasileiro naquela temporada.

Colhendo os frutos dessa brilhante campanha, o velocista se destacou e foi escolhido como uma das revelações da competição. Além disso, encerou o ano como vice-artilheiro do time na disputa com sete gols marcados, quando balançou as redes dos rivais em alguns jogos emblemáticos.

Entre esses estão as vitórias contra o Internacional (3 a 1), Atlético Mineiro (5 a 2), Grêmio (1 x 2) e Flamengo (2 a 0). Sendo nesse último o dia em que o Anacleto Campanella bateu o seu recorde de público, com 23.989 torcedores presentes.

LIBERTADORES

No ano seguinte, o meia-atacante continuou se destacando pelo Azulão e teve participação importante na campanha que conduziu o clube à decisão da Libertadores. Tendo como ponto alto o jogo de ida das oitavas de final diante da Universidad Católica, confronto que terminou empatado (1 a 1) no Chile graças ao seu gol.

NÚMEROS

Anaílson ainda fez parte do elenco campeão paulista de 2004 e permaneceu no Anacleto Campanella até o início de 2005. Ao todo foram 134 jogos realizados com o nosso manto e 18 gols marcados.

Foto: Divulgação 

Assessoria de imprensa: Fabrício Cortinove